XEL

“Hmm… o que pensar de ‘XEL’? Bem. É interessante, mas esse combate não está me descendo muito bem”, disse assim que comecei a jogar a demo do game desenvolvido pela Tiny Roar. Ainda assim, agora que ele foi lançado para Steam a partir de R$34,79 e Nintendo Switch, eu estou disposto a dar uma chance para ele por conta da história.

Nele você assume o papel de Reid que, por razões não explicadas, acaba presa em um planeta que está em um loop temporal de constante destruição. O seu objetivo é, obviamente, ou fugir do planeta ou encontrar uma maneira de parar esse loop.

Em termos de jogabilidade, “XEL” pega muitíssimo emprestado da franquia Zelda. Você tem um mapa “mundi” que deve ser explorado para obter equipamentos ou materiais de crafting, e dungeons onde você desbloqueia uma nova “peça do quebra-cabeça” sobre o que de fato está acontecendo naquele planeta.

Até onde vi, o sistema de crafting é bem “simplificado” e serve apenas como um tempero extra. O que me preocupa, como disse, é o combate um tanto sem sal. Vá ali, elimine os inimigos e siga em frente. Carece o senso de descoberta que outros jogos do gênero carregam.

Posso é claro estar errado e as dungeons são os momentos em que “XEL” de fato brilha. Eu diria o mesmo sobre a franquia Zelda, mas não quero ser apedrejado (ainda).

Fique ligado nos próximos capítulos da saga “O Lucas vai arranjar ou não mais um jogo para a sua biblioteca infinita” nos próximos dias.

Por ora, fique com o trailer de lançamento e mais imagens de “XEL”.

Com tema de loop temporal, “XEL” chega no PC e Switch

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- Ex-colaborador da EGW e redator para o BABOO. Tento constantemente entender sistemas e relacioná-los às emoções e reações que sentimos nos jogos.