Submerged

Quando alguns ficam felizes com o anúncio de um remake de Front Mission, eu fico feliz que, depois de sete anos a Uppercut Games, mais conhecida pelo seu roguelite City of Brass, retornou ao mundo de Submerged com Submerged: Hidden Depths.

Embora o primeiro game não tenha sido muito bem recebido em 2015 pela sua proposta de um jogo de “exploração” sem combate e com mais foco narrativo, a Uppercut Games decide manter o estilo na sequência e expandir os personagens. O Hidden Depths conta a história de Miku e Taku e sua exploração por uma cidade inundada. Miku tem o poder de se “comunicar” com a natureza e salva-la, enquanto Taku tem receio que os poderes de Miku acabem separando os dois.

O que foi divulgado até então revela que a Uppercut decidiu expandir certas mecânicas, como a introdução de mais quebra-cabeças e pontos de interesse (que não passam de torres). Não é muita coisa, mas para um jogo cuja proposta é ser “relaxante”, já está mais do que o suficiente.

Do meu lado, eu vou jogar Submerged: Hidden Depths pelos visuais, pela trilha sonora e sem dúvidas para escapar um pouco do caos do dia a dia – que não vou negar que anda demais para mim.

Agora é sentar, esperar até 10 de março e torcer para que o preço no Brasil não seja tão salgado. Ele estará disponível no PC, Xbox, e PlayStation 4/5.

Sequência do adventure “Submerged” é anunciada para março

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- Ex-colaborador da EGW e redator para o BABOO. Tento constantemente entender sistemas e relacioná-los às emoções e reações que sentimos nos jogos.