Brigandine

Depois de uma versão para Switch e PlayStation 4, a Happinet finalmente alegrou muitos fãs de jogos de estratégia com fortes elementos de RPG ao lançar “Brigandine: The Legend of Runersia” nesta quarta-feira (11) via Steam por R$75,49.

Para quem não conhece, Brigandine foi mais um RPG de estratégia ocidental surgido no advento do PlayStation 1. Diferente de jogos do período como Tactics Ogre ou Final Fantasy Tactics, os mapas de Brigandine são mais amplos e com mais foco nas diferentes unidades / tipos de terreno. Uma comparação mais próxima seria Advance Wars ou o pouco conhecido Daisenryaku.

A sequência, que tem Kenji Terada como escritor e Raita Kazama de “Xenoblade Chronicles “como diretor de arte, expande o sistema com a inclusão de um mapa-mundi onde você pode invadir novos territórios, recrutar unidades especiais e conta com mais de 40 mapas diferentes.

Dado a minha experiência com a versão Switch, ele é um baita jogo de estratégia e uma ótima ressurreição de uma franquia praticamente desconhecida. A versão PC inclui todas as melhorias adicionadas na atualização “Titans and the Iron Front”, além de ser a única que roda a 60fps.

Isso significa que aqueles que pegarem a versão de PC não só terão uma interface mais polida, como tutoriais melhor explicados e uma bela dose de melhorias que eu não tive a oportunidade de testar quando joguei a primeira vez no Switch. Isso sem contar a provável redução considerável no tempo de carregamento.

Só separe umas boas 30h ou mais, pois “Brigandine: The Legend of Runersia” é longo e cada turno precisa ser pensado e repensado antes de você tomar uma decisão final. Recomendadíssimo para quem curte o estilo.

“Brigandine: The Legend of Runersia” chega para o PC

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- Ex-colaborador da EGW e redator para o BABOO. Tento constantemente entender sistemas e relacioná-los às emoções e reações que sentimos nos jogos.