Mesmo com três dias até o seu lançamento em 10 de julho no PC, PlayStation e Xbox Series S/X, aparentemente a Bandai Namco e a Game Studio ainda não revelaram tudo o que vai estar presente em “Echoes of Aincrad”. Uma das minhas grandes surpresas para mim é a adição do modo “Death Game”, um dos modos quiçá mais brutais que eu já vi em um RPG focado em um público amplo.
Como o nome implica, “Death Game” é o modo hardcore / permadeath de “Echoes of Aincrad”. Ou seja, se você morrer em qualquer momento do jogo, o seu personagem é apagado junto com o seu save. Não há como salvar em mais de um slot ou “retroceder”.
Como pontuei nas minhas impressões iniciais, os mapas do jogo não só são imensos, mas a trama do jogo gira em torno do castelo flutuante de Aincrad que dá nome ao jogo. Uma dungeon que, supostamente, tem 100 andares.
A desenvolvedora já comentou em entrevista para a Automaton Media (em inglês) que não irá replicar os 100 andares, mas sim sumarizar os eventos dos dois primeiros e dar prosseguimento a uma história original. Mas ainda do que eu joguei, um erro aqui ou acolá e pode dizer adeus a sua chance de ver os créditos. Nem mesmo inimigos que em jogos seriam tratados como “básicos” pegam leve, muito menos os chefões.
Apesar da dificuldade, acredito que o que vai fazer o modo “Death Game” brilhar é o sistema de aliados, onde você pode não só ajustar o equipamento, mas as habilidades deles. Nas minhas primeiras impressões eu comentei sobre o uso de ataques em dupla e habilidades de cura dos aliados. Ao que tudo indica, aqueles que ousarem tentar o modo vão ter que redobrar os esforços e prestar bastante atenção com quem eles vão levar para campo.
Eu com certeza não irei jogar “Echoes of Aincrad” no modo “Death Game”, mas vocês não tenham a menor sombra de dúvidas que ele já está no meu radar e que colocarei a minha crítica no ar assim que possível.
Até lá, fique com o trailer do novo modo e mais imagens do RPG ambientado no mundo de “Sword Art Online” abaixo:





