Com praticamente 5 dias até o seu lançamento em 16 de abril no Steam e Nintendo Switch 1/2, a Sigono Inc divulgou nesta sexta-feira (10) um breve, mas importante trailer sobre “Opus: Prism Peak”: Como funcionam as mecânicas de fotografia e a influência delas na história.
Com um fotógrafo que decide deixar a vida da cidade para trás sem saber que vai ser transportado para um mundo onde os humanos não existem no centro da narrativa, as fotografias de “Opus: Prism Peak” abrem caminhos para novos diálogos, mudanças no enredo e, possivelmente, diferentes finais. O sistema em si é simples, aponte, ajuste o foco e tire a foto. O importante é do que você tira foto.
Ao longo da história você vai encontrar espíritos e outros seres “desconhecidos”. Cada foto que tirar deles traduzirá um “conceito”. Você então deve usar o seu livro de anotações para deduzir o que eles querem falar para você ou a importância deles para a história.
Pode soar confuso no começo, mas a franquia “Opus” sempre teve um quê de não-linearidade. Vide “Opus: Echo of Starsong”, que usa o canto como mecânica principal para avançar a história – mesmo que essa história se passe ao longo de centenas de anos.
Como alguém que acompanha a franquia desde meados de 2018, “Opus: Prism Peak” é um dos que mais me deixou empolgado e curioso. Por anos a Sigono Inc se focou em ficção científica, e “Prism Peak” é a primeira vez que a desenvolvedora aposta em um “realismo mágico” para estabelecer a sua narrativa. Um fotógrafo cansado, uma garota sem nome, um mundo sem humanos e uma jornada sem um rumo ou objetivo claro.
A Sigono Inc vem guardando a história de “Prism Peak” a sete chaves, e isso me deixa ainda mais empolgado para ver que caminho essa jornada vai levar. Se você gosta de jogos com foco em narrativa, não só recomendo acompanhá-lo, como jogar a franquia como um todo. Ela não me deixou na mão até então e imagino que não vai deixar com “Prism Peak”.
Veja o trailer e mais imagens do game abaixo:





