Você já assistiu a um trailer do jogo e pensou “O que diabos está exatamente acontecendo aqui?”, foi mais ou menos o que eu senti com “Etrange Overlord”, o novo projeto da Gemdrops, publicado pela NIS America e previsto para sair em 26 de março no PC, PlayStation 4/5 e Nintendo Switch.
Encabeçado por Sohei Niikawa de “Disgaea” e “Rhapsody: A Musical Adventure”, “Etrange Overlord” é uma mistura de um RPG de ação, tower defense, e um complexo sistema de gerenciamento de personagem. Sinceramente, não esperava nada de diferente de Niikawa.
Como isso funciona na prática? Bem, você assume o papel de Étrange von Rosenburg que, após ser falsamente acusada de assassinato, é executada e acaba no inferno. No melhor estilo “Disgaea”, ela decide que vai ser dona do pedaço.
Isso resulta em um jogo que conta a jornada de Rosenburg e seus aliados pelos diferentes círculos (se é que posso chamá-los disso) do inferno à medida que ela derrota chefões e os seus exércitos.
O que me chamou atenção é o sistema de combate. De início o jogo começa apenas como um RPG de ação tradicional, mas as fases vão ficando cada vez mais complexas. De acordo com a Gemdrops, cada fase tem uma mecânica única. Em algumas delas vence quem entregar mais alimentos em uma caixa específica, outras giram em torno de defender pontos-chave.
Se isso não fosse caótico suficiente, partituras flutuantes entregam itens que dão bônus a sua equipe – sejam eles mais pontos de vida ou aumento no ataque. Você tem que pegá-los o quanto antes, ou impedir o inimigo de obtê-los.
Achou que é muito? Calma que o jogo ainda permite você alternar de classe e personagem em tempo real, e cada um deles tem o seu próprio set de equipamentos e atributos.
Por que eu sinto que irei investir dezenas de horas em “Etrange Overlord”? Não sei, talvez pelas minhas mais de 100h em “Disgaea 7”.
Veja o trailer e mais imagens do game abaixo:







