Eu tenho uma teoria de que ninguém, de fato, sabe jogar “Terra Invicta”, todos nós só fingimos que entendemos o labirinto de menus e mecânicas que a Pavonis Interactive criou para o seu Grand Strategy em turnos. Mas, pelo visto, ela não está contente só com o jogo base, pois anunciou nesta terça-feira (30) que o jogo ganhará o DLC “Dark Skies” em 27 de julho. Preço ainda não foi divulgado.
Relativamente pequeno em escopo, “Dark Skies” adiciona dois novos cenários ao jogo – cenários que por si só já me fazem tremer de medo dado a dificuldade e tensão. O primeiro deles se passa em uma realidade alternativa onde a crise dos mísseis de Cuba não foi solucionada, pelo contrário, ela criou uma Terra tomada pela radiação e novos países se ergueram das ruínas. Para piorar as coisas, a invasão alienígena começa pouco tempo depois da humanidade ter um pingo de estabilidade.
Já o segundo se passa durante a invasão do Iraque em 2003, que embora possa parecer mais “tranquilo”, vem com seus próprios desafios em relação a políticas aplicadas ao Oriente Médio e mudanças consideráveis na árvore de tecnologias e requer que o jogador invista mais em “tecnologias avançadas” para o período e também maior dificuldade de identificar alienígenas – incluindo aqueles que podem se infiltrar em meio a população.
Além disso, “Dark Skies” virá com duas variantes de nave para “Terra Invicta”. Uma inspirada nos designs da NASA dos anos 2000 e outra com um aspecto mais hard “sci-fi” como define a desenvolvedora.
Irei jogar os cenários? Olha, o termo “jogar” é um pouco forte demais. Irei, no máximo, tentar compreendê-los e não perder nos primeiros turnos. “Terra Invicta” continua a ser um projeto ambiciosíssimo e para poucos. E, sinceramente? Eu prefiro que ele seja assim.
Veja o trailer e mais imagens de “Dark Skies” abaixo. Terra Invicta está disponível no Steam por R$79,99







