Em nota, a CyGames anunciou nesta sexta-feira (6) que Granblue Fantasy: Relink, originalmente lançado em 2024, vai ganhar uma gigantesca expansão – “Endless Ragnarok”. Ela vai estar disponível em 9 de julho para PC, PlayStation 4/5 e também para Nintendo Switch com a versão “Granblue Fantasy: Relink – Endless Ragnarok”. O jogo base teve o seu preço reduzido, e a expansão custará US$29,99 (US$59,99 para a edição deluxe). Já a versão Switch 2sairá por US$59,99 e US$79,99 na edição deluxe.
“Endless Ragnarok” expande o jogo após os eventos da campanha principal com novas quests — tanto solo quanto co-op —, novas habilidades, um novo modo solo chamado “The Conflux”, e novos personagens jogáveis. Embora a desenvolvedora não tenha listado todos, Beelzebub já é um dos confirmados.
As novas quests giram em torno primariamente do surgimento de novos seres intitulados “ragnalia”. Levando em conta a trama de “Granblue Fantasy: Relink”, imagino que eles venham a ser mais uma “ameaça” a toda civilização, e uma bela desculpa para cinemáticas exageradas.
Outro ponto interessante é a introdução de um sistema de invocação. Com ele você vai poder invocar monstros ou outros personagens e controlá-los temporariamente. Além disso, um novo combo – o “Primal Burst” – vai poder ser ativado ao “sincronizar” o ataque de toda a equipe. Algo que eu já adianto que é relativamente difícil de se fazer quando você joga em modo solo.
Por fim, “Endless Ragnarok” também vai aumentar o nível máximo de todos os personagens e adicionar novos atributos de ranque “master”.
Para quem estiver curioso sobre a expansão, ou quer ao dar uma olhada nas novidades que vão vir para o jogo base, a CyGames vai realizar um beta de 13 de março até 16 de março em todas as plataformas. Mais detalhes sobre ele estão disponíveis no site oficial.
Como alguém que adorou “Granblue Fantasy: Relink”, ao ponto de listá-lo como um dos meus favoritos de 2024, eu não tenho a menor sombra de dúvidas que irei jogar – e muito – “Endless Ragnarok”. Minha principal curiosidade fica para o sistema de invocação, e se ele vai dar uma “ajudinha” para as quests co-op. Apesar de ele ser fantástico de jogar com outras pessoas, a comunidade brasileira foi relativamente pequena, ainda mais com a ausência de crossplay – algo que a expansão, pelo visto, não muda.
Na “pior” das hipóteses, eu sofro tentando fazer todas as quests sozinho. Se eu já tive que fazer isso em 2024, o que é um repeteco em 2026?
Veja o trailer e mais imagens do game abaixo:





