Como alguém que está acostumado a ver os Skaven andarem em hordas durante o Vermintide e as minhas dezenas de campanhas em “Total War: Warhammer”, o trailer de gameplay de “Warhammer Age of Sigmar: Deathmaster” divulgado nesta semana pela Old Skull Games me pegou um tanto quanto desprevenido. Ataques frontais? Esquece, o foco do título previsto para 2027 é furtividade.
No comando de um assassino dos Skaven, boa parte do jogo se passa em Gnaw, uma região dominada pelos ratos durante a era de Sigmar (favor não confundir com o clã em si, esse é de Warhammer Classic. E, sim, eu sei que é confuso).
O propósito pelo qual o assassino decide explorar a região até então aparenta ser relativamente simples: dinheiro. O grosso de “Warhammer Age of Sigmar: Deathmaster” gira em torno de realizar contratos para diferentes clãs e matar figuras importantes de clãs inimigos. Isto é, se você chegar vivo até eles. Todavia, algo me diz que há algo mais “profundo” (trocadilhos à parte) do que a mera busca por dinheiro.
Já no que diz respeito a jogabilidade, “Deathmaster” tenta manter as coisas “simples”. Não espere um “Immersive Sim” ou algo do tipo, mas sim um jogo 2D onde se espreitar nas sombras, usar ferramentas para despistar e eliminar inimigos são a base do jogo. Em partes, ele me lembra bastante “The Siege and the Sandfox” da Cardboard Sword. Um ótimo jogo furtivo de 2025 que passou despercebido por muitos.
Dito isso, espero que “Deathmaster” não simplifique demais ao ponto de ficar monótono de explorar ou “óbvio” do que se fazer. Muitos títulos com ênfase andar nas sombras caem demais nessa armadilha por receio de não querer soltar a mão do jogador.
Agora, depois de anos jogando como um Skaven da forma mais violenta possível, vai ser no mínimo interessante de ver um ponto de vista diferente. Estou entusiasmado para “Deathmaster”.
Veja o trailer e mais imagens do game abaixo:





