Dreadlands

Você já imaginou o que aconteceria se alguém aparecesse com a ideia de juntar o combate corpo-a-corpo de Blood Bowl com o sistema de turnos de XCOM? Pois bem, esse é o conceito base de Dreadlands – RPG em turnos que está em acesso antecipado e recebeu nessa semana a sua maior atualização.

Até então “anêmico” em conteúdo, a atualização “Tampered Steel” refinou as principais áreas do jogo no que diz questão da evolução de personagens e exploração do mapa. O sistema de habilidades, antes unificado entre todas as classes agora é dividido em árvores específicas com mais de 70 habilidades passivas e ativas.

Além disso as unidades da sua gangue, já que o jogo se passa em um futuro distópico, possuem habilidades únicas – alimentando ainda mais a necessidade de criar uma formação distinta. Por outro lado, o sistema de construção de gangues está menos restritivo. Agora você pode levar até 10 personagens para o combate e só dois slots são limitados a classes especiais.

Para compensar, duas novas armas foram adicionadas, novas missões que envolvem a eliminação de tropas especiais e, por fim, uma bela repaginada no visual da interface e dos mapas facilitam a navegação.

Consegui ter um curto tempo para testar a atualização e tudo que eu vi foi muito positivo. Dreadlands sofria de um problema sério de atrito durante o combate; assim que você colocava as unidades corpo-a-corpo para lutarem entre si, era provável que metade da partida se desenrolasse com elas no comando. As novas habilidades garantem que isso aconteça com menos frequência, ou ao menos que essas unidades corram mais perigo de serem eliminadas.

Nem eu sei quando eu vou ter tempo e paciência para escrever minhas primeiras impressões sobre o jogo, ainda mais que ele tem mudado tanto em tão pouco tempo. Mas se você gostou do Krater, gosta de XCOM e Blood Bowl, é uma recomendação perfeita.

A lista de mudanças da atualização está disponível no Steam.

Dreadlands ganha 70 novas habilidades e novas missões em atualização

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- Ex-colaborador da EGW e redator para o BABOO. Tento constantemente entender sistemas e relacioná-los às emoções e reações que sentimos nos jogos.