Como comentei em uma matéria publicada na última semana, há certos gêneros o qual eu estou mais do que saturado de ver. Um deles são construtores de cidades com elementos de deckbuilding e. No entanto, há algo da forma que eles são montados ou combinados que me fascina. É o caso de “Combolands” da Crux Games, lançado nesta segunda-feira (24) por R$37,49. Superficialmente, pode parecer só mais um que busca inspiração em “Islanders”. Mas, quanto mais eu joguei, mais eu fiquei fascinado.
O conceito em si retém muito do que faz esses construtores tão “satisfatórios”. Combine construções, alinhe-as e crie distritos. Quanto maior ou melhor a combinação de casas, maior a sua pontuação. A Crux Games, por outro lado, vai além desse mero conceito com a implementação de um sistema de guildas e demandas da população.
Ainda que tais elementos não sejam nenhuma grande novidade do gênero, elas tendem a ser mais proeminentes em franquias como “Anno” e tantas outras. O resultado é que “Combolands” não cai puramente em juntar combos, mas também atender a demandas e encontrar um exímio equilíbrio na sua cidade. Um feito que, até então, só consegui realizar pouquíssimas vezes.
Do pouco que joguei, partidas “longas” – ou melhor, onde eu não caia nas armadilhas colocadas pelos desenvolvedores – ainda estão bem longe de acontecer. A curva de aprendizado pode ser cruel até para aqueles que já tem uma certa afinidade com o gênero.
Dito isso, se você tem interesse nele, recomendo ao menos dar uma olhada na demo antes que ela seja tirada do ar no Steam. “Combolands” pode não ser a revolução que eu ainda aguardo do subgênero. Uma que não tenho dúvidas de que um dia vai chegar, mas ao menos vai me garantir umas boas horas de diversão.
Veja o trailer e mais imagens do game abaixo:





