Eu prefiro não assumir a quantidade de vezes que eu fui “vendido” por um jogo unicamente pelo seu visual, foram muitas. Algumas vezes fiquei decepcionado, outras vezes fui pego de surpresa. No caso de “Deep Fringe”, lançado em Early Access por R$59,99, é a segunda opção.
O projeto da Bosoneon Studio é um prato cheio para aqueles que gostam de RPGs táticos com uma boa camada de complexidade. A sua ambientação pós-apocalíptica te coloca no controle de uma das várias facções que tentam tomar o controle de um deserto com mutantes e máquinas que agoram tomam vida própria.
O grande diferencial dele em relação a outros jogos do gênero – ao menos os lançados nos últimos meses – é a quantidade de personalização tanto dos personagens quanto a variedade do terreno. Utilizá-lo para sua vantagem é praticamente essencial se você quiser completar uma batalha sem perder quase todas as suas unidades. Até movimentá-las precisa ser pensado e repensado, já que a maioria delas recebe um “debuff” de dano ao entrarem ou saírem de um terreno elevado.
Por falar em terrenos, o jogo já conta com um editor de mapas e missões – algo bastante impressionante levando em conta que ele ainda vai ficar um bom tempo em Early Access.
A previsão é que ele fique ao menos mais um ano em desenvolvimento, com os próximos seis meses focados na implementação de um sistema multiplayer. A versão inicial já conta com uma campanha de cerca de 14 horas e o já citado editor de mapas. Nada mal para um estúdio pequeno.
Veja o trailer e mais imagens de “Deep Fringe” abaixo:






