Olha, eu estou adorando esta nova onda de jogos de quebra-cabeças que abraçam mecânicas nem sempre tão comuns, ou que as interligam de formas inesperadas. Seja pelo absurdo e gigantesco “Order of the Sinking Star” ou pelo modesto “Colorbound” da Panpipe Studio.
Lançado nesta última segunda-feira (12) em conjunto com a Whitethorn Games, a premissa é um tanto quanto simples. Você assume o papel de Anku que viaja ao “mundo do além” para reunir a banda de seu falecido avô. O que não esperava é que cada parte desse mundo tem cor “monótonos” por assim dizer.
Marrom é o tom que você vai mais ver em cada um dos pequenos mapas-quebra-cabeça do jogo. E cabe a você coletar as cores espalhadas por eles e pintar áreas específicas e trazer a verdadeira cor da região de volta ao seu estado natural.
O que me chama a atenção, ao menos do que pude testar da demo – ainda disponível via Steam – é como que, ao preencher o mundo de cor, novos quebra-cabeças começam a surgir. Sejam esses desafios de plataforma, desafios onde você tem que descobrir a ordem correta das cores para usar e por aí vai.
É um sistema simples, mas muitíssimo elegante. No entanto, como mostra o trailer de lançamento, os quebra-cabeças ficam cada vez mais complexos, com você tendo que mover plataformas de cores diferentes e também compreender a ordem de cor delas.
O que “sela” o meu interesse em “Colorbound” é a adorável Lhama que Anku pode montar e explorar os mapas. Eu jamais vou dizer “não” a um jogo que tem um tiquinho de inspiração dos países do hemisfério sul.
Ainda não sei quando – ou se – eu vou ter uma crítica de “Colorbound” no ar, mas ele certamente está no meu radar e gostaria de explorá-lo mais à fundo o quanto antes.
Até lá, fique com o trailer de lançamento e mais imagens do game. Ele está à venda no PlayStation 5, Xbox, Nintendo Switch 1/2 e PC a partir de R$53,49.







