Eu tenho uma teoria. O desenvolvimento de “Insurgency: Sandstorm” acabou três anos atrás. Mas, de alguma forma, o jogo em si tomou senciência e agora cria seus próprios mapas. A equipe da New World Interactive, perplexa, decidiu não interferir. Só pode ser isso, pois não é possível que em pleno 2026 o shooter militar continua a receber conteúdo de peso. O foco da vez é a atualização “Operation: Breachpoint”, publicada nesta semana para PC, Xbox Series S/X, e PlayStation 4/5.
O grande destaque dela é o mapa “Hold”, aonde a desenvolvedora retorna para o combate em ambientes fechados — diria até que um tanto quanto claustrofóbicos. Embora ainda não o tenha jogado, o trailer em si mostra que a desenvolvedora não está hesitando em colocar áreas mais escuras onde o uso de lanternas é praticamente essencial. Aleluia, nunca imaginei que utilizaria o acessório no shooter.
E, como já é costume, a atualização introduz duas novas armas, a TK-33 para os insurgentes e a Vanta 9 para a “segurança” (vamos fingir que não é o exército dos EUA, ok?). Não sou uma pessoa de usar pistolas em “Insurgency: Sandstorm” já que morro muito antes de sacá-las, mas quanto mais variedade melhor.
O que também é costume é um pacote de itens cosméticos, e “Operation: Breachpoint” não foge à regra. São quatro pacotes , dois para os insurgentes e dois para a “segurança” que englobam tanto vestimentos quanto armas (Rapid Assault, Scavenger, Endurance e War Torn). Cada um sai a partir de R$10,90.
Minha recomendação? Só compre se você realmente quer uma variante de arma. E, em um shooter militar que segue uma linha mais realista, eu vejo como um desperdício de dinheiro.
A pergunta que não quer calar, ao menos para mim é: Será que a New World Interactive vai produzir um jogo novo ou está produzindo um. Se sim, quando iremos vê-lo?
Bem, até eu ter a resposta, retornarei para “Insurgency: Sandstorm”. A lista completa de alterações está disponível no site oficial.
Veja o trailer e mais imagens da atualização e dos itens cosméticos abaixo:







