Nos últimos três ou quatro dias, passei minhas noites enfiando machadadas em pobres pessoas, tomando flechada na cabeça, na bunda e vim aqui contar em que pé está War of of The Vikings em Early Access.

Caso alguns não saibam, War of The Vikings é a continuação de War of The Roses, título lançado em 2012 pela FatShark. COm mecanicas similares a Mount & Blade, War of The Vikings tenta consertar o que havia de errado com seu antecessor e expandir com mais opções.

War of The Vikings

Bem, no momento o game conta com apenas três mapas, gauntlet, forest, docks e o modo de jogo Team Deathmatch.

De cara, vi uma melhoria considerável em seu netcode. Apesar do ping medio de 200 a 250, consegui manter uma boa taxa de kill ratio. Isso me deixava maluco em War of The Roses, principalmente quando a ação de acertar a espada era realizada na tela mas dado ao lag, o inimigo nao via nada e te matava.

Gameplay

Se me falassem que War of the vikings era uma expansão gratuita para War of the Roses, eu acreditaria. Quase não houveram mudanças em seu gameplay.

Tudo ainda continua muito igual ao Mount & blade, ataque com o botao esquerdo do mouse, defenda com o direito, use o do meio para tacar qualquer armas como pequenas facas.

War of The Vikings

Nao vejo isso como um ponto negativo no momento, já que isso pode ser modificado até o lançamento, afinal, não temos nem o sistema de personalização ainda.

Uma das melhorias que tabmém notei foi no finish off. O sistema, permitia anteriormente que você matasse de vez o seu oponente, sem que ele seja revivido.

Em War of The Roses, era ativada uma animação de tres ou mais segundos, que poderia ser cancelada com qualquer dano recebido. Felizmente isso agora foi modificado, basta enfiar uma boa machadada na cabeça do pobre coitado e está tudo resolvido.

De forma geral, o gameplay no atual momento do Alpha enjoa rápido dado a baixa variedade. É algo de sentar, fazer uma ou duas partidas e pular para outro jogo. Isso há de melhorar com as subsequentes atualizações.

Não quer dizer, porém, que o nosso tempo com ele deixou de ser divertido. O que mais agrada é toda a zona que acontece em pontes, onde diversos jogadores ficam tentando se acertar sem a menor coordenação motora, arqueiros do outro lado do mapa errando as flechas, machadadas na cabeça, gritos de guerra, entre outros.

Caso tenha de comparar com Chivalry, na parte técnica, como bloqueio, ataques diferentes, ele ainda ganha facilmente. Pelo visto War of The Vikings continuará o caminho de diversão antes de coisas mais complexas, que por mim está perfeito, mas não vai roubar fãs de nenhum outro game assim.

Gráficos

Esteticamente, War of The Vikings é tão interessante quanto o nada. É a mesma coisa de sempre, armaduras medievais, machados, espadas, escudos e tudo mais.
Tudo bem, dou parabéns caso eles busquem fidelidade história, so que nem empre isso resulta em uma estetica boa.

Como apontei anteriormente, o editor de personagem ainda não está ativo, sendo possivel vermos uma maior quantidade de variações entre os personagens, assim como armas e perks.

Em relação ao cenário, o mesmo recebeu melhorias, com mais detalhes e melhores texturas. Isso também se aplica as armaduras, que apesar de nao me agradarem, nao posso dizer que nao estao tecnicamente bonitas.

War of The Vikings

Por fim, peculiaridades técnias. Pelo visto a FatShark implementou um novo sistema de FXAA, que diminuiu os serrilhados em relação a War of The Roses. Com isso de lado, ambos são muitos similares em relação ao desempenho em meu computador.

Ainda não há muitas configurações a serem feitas, por ser um beta, era o esperado.

War of The Vikings – Conclusão

War of The Vikings, assim como seu antecessor continua com uma base sólida para se tornar um título de sucesso. Resta saber se ele ganhará investimento suficiente da Fatshark ou fãs suficientemente interessados para criar uma comunidade grande para ele.

Agora, deixa eu voltar a irritar algumas pessoas online, obrigado.

Preview – War of The Vikings

About The Author
- Colaborador para a EGW e redator para o BABOO. Tento constantemente entender sistemas e relacioná-los às emoções e reações que sentimos nos jogos.