Se você acordou hoje querendo arrebentar alguém com armas de fogo futuristas num planeta distante (quem nunca?), temos uma boa notícia: Em um futuro próximo, o open-beta do MMOFPS Firefall será uma realidade para qualquer homem, mulher ou criança, desde que existam jetpacks de tantos tamanhos assim. Ao mesmo tempo, foi anunciado que o jogo terá o seu conteúdo de história expandido.

O lugar se chama Blackwater Anomaly, e será responsável por dar início à “história do mundo”, o que é indiscutivelmente necessário nesse tipo de jogo. Red 5, a desenvolvedora do título, parece estar posicionando a nova instância como a peça central do open beta, que tem seu início definido para o dia 9 de Julho.

Não poderia ser mais simples de se registrar, basta entrar no site do MMOFPS e criar uma conta, então não perca tempo. O redirecionamento para a página de registro está bem evidente; se você não conseguir encontrar, manda um abraço pra quem quer que te ajudou a ligar o computador.

O pouco conteúdo que já está por aí agrada os olhos, Tribes Ascend consagrou o multiplayer com jetpacks de uma forma que jamais será esquecida; ver toda aquela gente voando só reforça o sentimento. Sem contar que Firefall tem potencial para ser um MMO de destaque e não aquele jogo que ainda está todo em coreano e seu priminho de 10 anos posta foto do char dele no Orkut.

O conceito do jogo é atraente, a arte chama a atenção e a jogabilidade parece estar bem viciante. Provavelmente descobriremos em breve se Firefall seguirá um caminho glorioso. Até lá, você pode tratar seu medo de insetos e carapaças. Tanto hipnose, acupuntura, porrada ou psicólogo são alternativas válidas. Só tome cuidado com a última opção, se o cara se chamar Hannibal, vai procurar outra coisa pra jogar.

Open beta de Firefall se inicia na semana que vem.

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- Estudante de engenharia que tem como principal hobby os jogos de estratégia competitivos e os títulos que são fáceis de entender mas difíceis de dominar. Jogo desde que um computador entrou pela porta da de casa e, apesar de já ter passado pela fase dos consoles da Sony, está claro que o PC é minha preferência insubstituível.